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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

De olhos bem abertos

    Mais do que nunca, percebo a gigante necessidade de parar, abrir a janela ao acordar, e enxergar toda aquela beleza mundana para qual há tempos parece que eu havia fechado os olhos. Mais do que nunca, a paz bate minha porta querendo arrombá-la, dizer oi e me abraçar.
    Mais do que nunca, eu quero correr com a brisa no rosto e os cabelos ao vento gritando toda aquela alegria presa na garganta.
    Mais do que nunca, necessito chegar até a vida, cutucá-la e  dizer:

- Pode vir! Eu não tenho medo! Não tenho medo de  andar por aí agarrada a você esteja você com o que estiver!

   Agora sim, eu tenho a absoluta certeza de que acordei para tudo! Consigo ver por ai lagartas, borboletas, casúlos, dias de sol, nuvens, crepúsculos, luas cheias, e muita vida fluindo!

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