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domingo, 2 de janeiro de 2011

Sacomé, né?


     Jingle Bells, adeus ano velho, feliz ano novo... E feliz mesmo, viu? Tempo vai, tempo vem, acabei descobrindo que com o tempo, mesmo que você não queira, tudo muda (tá, mas não é que eu tenha descoberto isso só agora, não! Respira ai que eu explico...) , e aí quando você menos percebe: Puf! você não é a mesma criatura de antes e começa a se perguntar para onde foram todas aquelas manias que você tinha antes, onde ficaram todas as coisas que você já estava acostumado a ver. Depois, o que acontece? Você cai na real e para com essas besteiras e começa a ver as coisas de outra forma a ponto de amadurecer (hein?).

    A idade vem, e a mudança grudada nela (entendeu agora o espríto da coisa?). É esquisito estar relatando as próprias mudanças, estar reconhecendo, ou não, pode significar que estou consciente dos meus próprios atos. Geralmente a gente precisa de alguém para dar um tapa na cara para ver se acordamos e enxergamos onde é necessário haver mudanças.  É engraçado quando você só percebe que o capítulo mudou quando chega o Natal e o Reveillon, tudo isso acontece porque sempre se tem aquela necessidade de fazer aquele flashback para depois ver o que mudou e ainda precisa mudar. Eu não sou a pessoa mais certa do mundo para estar falando isso (e quem é?), até porque, um bom exemplo de quem faz muita coisa sem pensar sou eu. Mas chega de ''mim'', ''meu'', ''eu'', ''sou'', ''estou'' e mais ego. Isso tudo que eu tentei dizer, é só mais uma reflexão que pula da minha cabeça.

    Enfim, saltando um pouquinho o assunto mas sem perder o foco do fim de ano e tudo mais, temos aqui um textinho de outro blog que eu achei simplesmente incrível. Depois que eu li, percebi o quanto deixo coisas fugirem e não abordo aqui por falta de atenção. Chega de papo, boa leitura.

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