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sábado, 30 de abril de 2011

Livro-Mundi, Mapa(mental)-Mundi, enfim...

   Esse é o livro da minha vida. É o meu mundo. Um mundo que talvez nem seja só meu. Na minha mente, viajo das mais possíveis, impossíveis, imagináveis (ou não) e miraboláveis formas. Costumo pensar que há mundos paralelos ao meu. A minha noção de mundo não é só esse mundo, planeta Terra, mas é um conjunto infinito de dimensões, formas, cores, e é incrivelmente relativo. A realidade é uma coisa engraçada, enquanto uns veêm algo, e têm certas formas de lidar com aquilo, outros têm outras formas. Isso só não acontece com objetos concretos, o que é palpável. Como já li por aí, ''depois de escrito, um texto já não lhe pertence'', então, meu mundo "bloguístico", não é tão diferente do resto. Maaaas, claro que tenho aquele lado secreto que todos têm. Não deixo de concordar que certas vezes, segredos podem sim destruir a vida de quem os guarda. De onde tirei isso? Aqui ó. Enfim, aí do lado direito, os links não param aí à  toa, eles me inspiram, e me fazem ter diversos sentimentos quando os leio, independentemente do que seja.
   
   E não pára por aí. Não são apenas imaginações, imagens mentais, pensamentos que me levam a sair do chão às nuvens. São sonhos, tudo o que faz parte de mim. Tava cansando, já, dessa oscilação no meu blog, mudou diversas vezes, e eu não estava tão empolgada assim. Bem, não frescura, mas é que aqui, no meu espaço que divido com vocês, tento fazer uma aproximação do que é o meu mundo interno aqui. Não tudo! Ou vocês acham que eu daria o meu particular de bandeija?  Pois bem, não vim falar de oscilações e mudanças. 

  O melhor refúgio é minha mente, livros, reflexões, pensamentos, música, imagens, pessoas! Nem precisa a família e os amigos ou quem quer que seja o querido, falar comigo. Às vezes só precisamos conversar nos gestos, olhares, sem explicar nada. Tem tanta coisa que surge e não precisa de complemento, assim são as relações. Vai que só precisa de um abraço? Vai que se entende tudo com um simples ruído de silêncio?
   
  Assim é o meu mundo. Por mais que eu ache abstrato, só eu posso enfrentar e ao menos tentar decifrar, seja dando cores, traços, deixando pegadas por onde passo, impressões, enfim, só eu posso me dar a liberdade de fazer isso. Tudo o que sou, não é só o que escrevo sobre mim, não só o que falo de mim para mim e para quem lê. Sou também meus sentimentos que tenho ao ler palavras de outros, sou também minhas viagens que faço com um livro aberto diante de meus olhos, sou os belíssimos sons que ouço, sejam as músicas que amo, sejam os sons da natureza anunciando o amanhecer.

  Eu, sou da mais simples forma que existe, conjunto de mim. Sou o que conheço, sou também tudo aquilo que, por mais que eu tente entender, o que não conheço. Sou a minha transcedência ao entrar em contato com todas essas maravilhas da natureza e da vida. Todas aquelas coisas que encantam meu ser. Eu sou eu, da mais simples e complexa forma possível e impossível que exista. Eu sou o mundo. Eu sou parte do mundo.
 

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